O Divã amigo de cada

Toda mulher merece um divã amigo para expressar suas emoções, frustações e decepções, e esse divã pode ser num analista ou num buteco com as amigas. Divas no Divã conta histórias de mulheres guerreiras que estão sempre disposta a superar seus fantasmas e correr em busca da sua felicidade, e essa felicidade só é encontrada quando descobrimos que o outro não é o autor deste sentimento e sim nós mesmas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Acesso restrito


Finalmente solteira, Marjorie decidiu comemorar sua liberdade com as amigas. Marcaram em um barzinho e como não se viam há bastante tempo colocou o papo em dia. Ela doida para extravasar ficou animada com o ambiente, muitos homens bonitos a sua volta. E decidida a novas degustações não pensou duas vezes antes de “cair de boca na botija”. Conheceu um carinha e o amasso rolou solto dentro do carro. Doida para esticar para um lugar aconchegante, sugeriu um motelzinho perto, só que o infeliz disse que tinha compromisso cedo e não podia faltar. A raiva tomou conta do seu semblante e tentou esfriar a sua cabeça, mas não deixou barato, marcou para o dia seguinte. No dia combinado se produziu toda e foi em buscar de seu prazer avassalador. Toda animada, pois tinhas alguns meses sem um contato mais íntimo, estava eufórica para partir pros finalmente. Tudo com muito carinho, afagos, ela ficou empolgada com o “brinquedinho” do rapaz. Ele todo paciente, numa calma de Jô, tentando o seu ato, mas parecia que algo impedia a passagem do instrumento. Tentaram varias vezes, foi um tira e bota de camisinha que a “bichinha” de Marjorie ficou toda "assada". Parecia dizer: “aqui você não entra, propriedade particular”. 
Aquele episódio foi pior do que da vez que perdeu a sua virgindade. Marjorie não sabia onde “enfiar a cabeça”, mas quem tinha que enfiar era ele e não ela. Como pode acontecer uma coisa dessas, homem não funcionar da hora “H” eu já vi, mas mulher?
Os caboclos do seu ex-namorado parecem ser bons mesmo, pois desde o dia que se separaram ela não conseguiu nenhum sucesso com a sua tão sonhada vida de solteira.



segunda-feira, 6 de junho de 2011

O danone é meu!


Solteira, convicta e feliz, essa Diva não aceita a idéia de dividir seu espaço físico com outra pessoa. Segundo ela, o seu amado não pode passar mais de dois dias na sua casa, caso contrário, seria invasão de privacidade.
Aí tenho que concordar com Foucault quando diz: “O melhor momento do amor é provavelmente aquele em que o amante vai embora, no qual o ato sexual já se realizou e fica a lembrança do calor daquele corpo, o encanto do sorriso e o tom da voz... o mais importante nas relações sexuais não é a antecipação do ato e sim a lembrança dele”.  E esta parte ela adorava... Até aparecer na sua vida o homem que a levaria a “loucura”, em todos os sentidos. O cabra era bom de cama, mas muito espaçoso, além de se instalar durante o meio da semana, ainda atacava a geladeira. O estopim veio quando ela chegou cansada e não encontrou seus danones preferidos. Ela não se conteve gritou alto e em bom tom: “O DANONE É MEU!
Sustentar marmanjo era coisa para mulher feia e burra (e isso não se aplica em seu caso), deu um basta na relação e preferiu ficar com sua casa, sua privacidade e seus danones!
É verdade, não se fazem mais homens como antigamente!

sábado, 4 de junho de 2011

Solidão a dois


Convivemos na mesma casa, dividimos o mesmo espaço, e não conhecemos nossos gostos, medos, sonhos...somos estranhos um para o outro. Meu mundo não te pertence, seu mundo não me interessa, e assim vamos convivendo com essa particularidade. Socializamos-nos, temos grupos de amigos, mas nunca estamos juntos, pois nossos amigos não são incomuns...e cada um vai se distraindo da maneira que convém. Longe somos outras pessoas (alegre, divertida, cordial, sempre disposta a uma palavra amiga e de conforto), juntos somos apáticos. 
É verdade, “Santo de casa não faz milagres”. Não entendo por que conseguimos manter essas cordialidades com outras pessoas e não conseguimos ao menos nos dar um “Bom dia!”. Existe um muro bem alto entre nós e não temos interesse em pular para descobrir o que existe atrás dele, preferimos permanecer onde estamos, refugiando no trabalho, nos estudos, nos livros, na internet, para poder amenizar a solidão avassaladora. Até quando, iremos suportar esta solidão acompanhada, essa indiferença?
A minha ampulheta tem a passagem estreita, mas, já está se esgotando, e quando chegar ao fim talvez seja tarde demais para recomeçar!!!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Na dúvida não experimente!


Temos que ter cuidado quando tratarmos da questão do homossexualismo, pois, vivemos num momento histórico em que parece que a avalanche da permissividade, para não dizer de libertinagem, rompeu todos os diques no que diz respeito à sexualidade. O único objetivo parece ser o prazer a qualquer preço, sem nenhum limite. O que leva o indivíduo do mesmo gênero a se relacionar entre si? Eu particularmente prefiro acredita que seja uma “Patologia psíquica”, e esta, só vai ser manifestada quando a criança tiver discernimento para compreender o que gosta e o que não gosta.
De acordo com a psicologia, somos seres sexuados em busca de prazer e este não é definido por gênero. Seria então a descoberta de um novo gênero, de um novo sexo? Isso explica o porquê da homossexualidade? Definitivamente não sei explicar, só sei de uma coisa: “Heterossexual está escasso no mercado, solteiro (a) então, Ave Maria, nem me fale”! Deve ser por isso que muitas mulheres preferem segurar o seu, mesmo que não valha muita coisa, do que correr o risco de ficar sem!
Nada contra os homossexuais, só estou defendendo a seleção natural, afinal de contas o que vai ser da árvore genealógica se todos de repente decidissem experimentar e gostar do outro lado... Na dúvida não experimente, pois corre o risco de você gostar! Rsrsrs.
Então, faço minhas as falas de Arnaldo jabor: “Antigamente o homossexualismo era proibido no Brasil, depois passou a ser tolerado, hoje é aceito como normal, eu vou-me embora antes que passe a ser obrigatório”!

Rosa X Azul


Dizem que o homossexualismo é uma questão cultural e social, e que os pais são responsáveis pelo comportamento do bebê, impondo a utilização das cores e dos brinquedos, quando tem conhecimento do sexo do filho.
Conforme Simone Beauvoir: “não se nasce mulher, torna-se mulher! A criança vai sendo formada pelos pais, pela sociedade, com idéias bem definidas do que são “coisas de meninos e coisas de menina”. Concordo. Mas, pergunto:"Qual é o pai/mãe que deseja que seu filho (a) seja um homossexual, qual pai/mãe que vai comprar uma boneca para o seu filho, ou um trator para sua filha?" Nenhum! O que eu não posso fazer é proibir meu filho de brincar com uma boneca, pelo contrário, vou incentivar seu lado paterno, carinhoso, emotivo... Agora comprar uma boneca e dá para o meu filho brincar é inadmissível. "Ai sim, eu vou estar confundido"a sua cabeça tão inocente e imatura e induzindo para uma orientação sexual que talvez não seja real. 
A questão não esta nas cores, nos brinquedos. Não podemos culpar a sociedade, as famílias pela questão da homossexualidade, podemos culpar pela violência, preconceito e discriminação. Só assim formaremos gerações sadias no que se refere à sexualidade.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ta puxado!





Depois de ler o "Desabafo da mulher moderna", consigo entender por que as mulheres de hoje sofrem tanto quando a questão é relacionamento. Fomos em busca de direitos iguais, liberdade de expressão, valorização... Metemos-nos no meio deles, nos trabalhos deles e esquecemos de ser MULHER! Somos obrigadas a uma jornada diária puxada de mais de 24 horas por dia, e além de trabalhar fora, temos que cuidar da casa, dos filhos, do marido e ainda ficar linda e loira, bem humorada e sorridente para não correr o risco de perder o posto de “Rainha do Lar”.
Sinceramente não sei se isso foi uma boa idéia, pois além de ganharmos menos, temos que ter o currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações. Ah! E sem contar que ainda temos também que dividir as despesa s domésticas da casa. É mole?
E você acha que isso é um privilégio!? Que nada! Eles continuam do mesmo jeito de sempre: Dependendo de nós para tudo...É verdade, Saímos do posto de mulher maravilha para virar mulher polvo, e haja braço para suportar tanto peso.



O amante


As mulheres cujos maridos não são homens carinhosos, ativos, políticos no sentido de amplo da palavra, tende a procurar na sua independência profissional o prazer da conquista, do crescimento e da valorização. Já que não são “Bem Amadas” que seja então bem sucedida profissionalmente. E este refúgio acaba por corroer a mulher, e muitas delas não sabem como conciliar a vida profissional da pessoal e acaba entrando numa depressão.  De acordo com o psicólogo Jorge Bucay: O melhor antidepressivo para as mulheres era ter um AMANTE. AMANTE, é tudo aquilo que nos apaixona, que nos matem distraídos mostrando o sentido da vida. É este AMANTE, podemos encontra em nosso parceiro, no nosso trabalho, na família, na música, nos amigos, enfim em tudo que nos proporciona prazer, em alguém ou algo que nos faz “namorar a vida” e nos afastar do triste destino de “ir levando...”! Não se contente com isso, procure um AMANTE e seja a protagonista da sua vida!